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Mostrando postagens de abril, 2015

CASA GRANDE

Gênero:  Drama Direção:  Fellipe Barbosa Roteiro:  Fellipe Barbosa Elenco:  Bruna Amaya, Clarissa Pinheiro, Georgiana Góes, Marcello Novaes, Suzana Pires, Thales Cavalcanti Produção:  Clara Linhart, Iafa Britz Fotografia:  Pedro Sotero Montador:  Karen Sztajnberg, Nina Galanternick Duração:  115 min. Ano:  2014 País:  Brasil Cor:  Colorido Estreia:  16/04/2015 (Brasil) Distribuidora:  Imovision Estúdio:  Migdal Filmes Classificação:  14 anos Sinopse:  Sônia (Suzana Pires) e Hugo (Marcello Novaes) são da alta burguesia carioca e levam uma vida bastante confortável. Aos poucos vão à falência, mas ninguém sabe de seus problemas financeiros, nem mesmo o filho Jean (Thales Cavalcanti), que faz de tudo para se desvencilhar dos pais superprotetores. Para se manter, o casal corta despesas, e Jean, que só se preocupava com garotas e vestibular, enfrenta pela primeira vez a real...

DEMOLIDOR (parte final)

Esta é a última parte da crítica à série Demolidor, da parceria Marvel/Netflix. A primeira parte está aqui , e a segunda, aqui . Discute-se aqui alguma decisões de enredo da primeira temporada, bem como suas relações com as histórias em quadrinho do personagem. Não haveria como escrever este texto sem comentar cenas reveladoras da série. Portanto... ALERTA DE SPOILERS, MUITOS SPOILERS, para os parágrafos seguintes. SPOILERS, hã? Se, por um lado, foi muito interessante ver várias sementes plantadas na série para outras tramas e relações com o restante do universo da Marvel (Madame Gao, Roxxon, Steel Serpent, etc), por outro, alguma opções de roteiro (em especial, mas não exclusivamente, nos últimos cinco episódios) desta temporada trouxeram vários gostos amargos. Existe um pensamento meio preguiçoso que reza que literatura/quadrinhos e cinema/TV "são meios diferentes, portanto demandam tratamentos diferentes". Faz sentido,...

DEMOLIDOR (parte 2 de 3)

- a primeira parte deste texto você encontra aqui ; - a continuação deste texto, aqui . Charlie Cox interpreta, com absoluta competência, um Matt Murdock de várias camadas, que vão da profunda culpa católica aos questionamentos sobre o limite entre sistema legal e vigilantismo. É convincente como o advogado aparentemente frágil pela cegueira e como vigilante furioso, que nem sempre para de bater em um criminoso ou informante só porque ele já está subjulgado. Seus dramas morais jamais escorregam para o pieguismo, o que seria muito fácil em uma abordagem mais preguiçosa.  O "Foggy Nelson" de Elden Henson consegue escapar da principal ameaça de um personagem como ele: o de ser apenas um alívio cômico em uma série densa. De fato, ele traz jovialidade e alegria a algumas cenas, em contraponto à seriedade de Murdock. Mas suas piadas ou comentários divertidos são bem encaixados nos diálogos, e sem recorrência incômoda. Ele é uma pessoa divertida, não um bobo da cor...

DEMOLIDOR (parte 1 de 3)

Gênero: policial, drama, ação Direção: vários diretores Roteiro: Drew Goddard Elenco: Charlie Cox, Vincent D´Onofrio, Deborah Ann Woll, Elden Henson,  Vondie Curtir-Hall,  Rosario Dawson, Toby Leonard Moore, Bob Gunton, Ayelet Zurer, Peter McRobbie,  Scott Glenn,  Wai Ching Ho, Peter Shinkoda,  Vladimir Ranskahov, Amy Rutberg, Adriabe Lenox, Judith Delgado, Matt Gerald Trilha Sonora: Patrick Doyle Duração: 13 episódios de aproximadamente 55 minutos. Ano: 2015 País: Estados Unidos Cor: Colorido Estreia: 12/04/2015  Distribuidora: Netflix Estúdio: Marvel Studios Classificação: 18 anos Sinopse: advogado cego usa seus sentidos superaguçados para combater o crime, dentro ou fora dos limites da lei. OBS: Este é a primeira parte (de um total de três) da crítica da série.  Nota do razão de aspecto Uma série com qualidade é uma série sem medo. "Demolidor"(Daredevil, 2015), primeiro produto da parceria entre os est...

DESAFIO DOS 400 FILMES - MARÇO DE 2015

Caros leitores, continuo firme e forte no desafio dos 400 filmes em 2015. Em março, foi possível melhorar a marca: foram 41 filmes em 31 dias, alcançando 101 filmes em 3 meses. Neste mês, a lista de filmes foi um pouco mais variada, composta por vários filmes de Woody Allen, que sempre merecem ser vistos e revistos, alguns blockbusters, alguns longas metragem nacionais, diversos curtas metragem - sim, se os curtas concorrem ao Oscar, podem fazer parte da minha lista -, diversos filmes independentes estadunidenses - que logo serão tema de videocast no canal do Razão de Aspecto no Youtube -, um filme latino-americano e vários filmes europeus.  Ao contrário dos meses anteriores, em março, o número de comédias foi grande, principalmente se comparado ao único filme de suspense ao qual dediquei tempo neste mês, porém, subsistiu a predominância do drama. Infelizmente, o número de filmes de baixa classificação foi maior do que eu gostaria. Arrisquei-me algumas vezes, na esperança de q...